Z3 Adverte: Cuidados na troca do óleo evitam problemas no motor

Poucos motoristas sabem da real importância do óleo e por isso não se preocupam em verificar o nível do óleo. O liquido serve para lubrificar, limpar e proteger e ajuda na refrigeração do motor. Se o óleo estiver muito velho, abaixo do nível ideal ou em excesso, o funcionamento do carro fica prejudicado.

Para evitar problemas como esses, o ideal é verificar periodicamente a quantidade do óleo e fazer a troca do lubrificante dentro do prazo de validade. O veículo sendo utilizado ou não, o prazo não muda, podendo ser levado em conta a validade (6 meses ou 1 ano) ou a quilometragem (5000 Km, 7500 Km, 10000 Km) dependendo do óleo.
Quem trafega em condições severas como em congestionamentos da cidade ou em estradas de terra, deve prestar atenção redobrada ao momento certo de fazer a troca de óleo. No caso de condições severas, a troca deve ser feita com a metade da quilometragem indicada. Com o atual desenvolvimento dos motores, que trabalham cada vez com mais potência e maior rotação e com temperaturas mais altas, a tendência é usar óleo de melhor desempenho. É preciso checar se o período da troca é indicado para uso normal ou severo.

TIPOS DE ÓLEO – Há três tipos de óleo: o mineral, o sintético e o semi-sintético. Produzido diretamente na refinaria de petróleo, o lubrificante mineral é o mais comum e o que tem a troca mais freqüente. Já a matéria-prima do óleo sintético vem de um processo químico, permitindo uso mais prolongado e suportando uma variação de temperatura grande. O lubrificante semi-sintético é uma misturas do óleo mineral e sintético. Não é tão robusto quanto o sintético e nem tão simples quanto o mineral.

VISCOSIDADE – A viscosidade do óleo vem indicada na embalagem. O primeiro número antes da letra W representa a viscosidade na partida a frio. Quanto menor o número, mais fino é o óleo e melhor para a partida a frio, porque flui mais rapidamente pelo motor no momento em que sofre mais desgaste.
O segundo número indica a viscosidade do produto com o motor em operação, a 100 graus. Quanto maior o número, mais viscoso ele é durante a operação, ou seja, com o motor quente.

Se a troca do óleo não for feita no período certo, acumula-se uma borra dentro do cárter, podendo entupir o pescador da bomba de óleo, que leva o óleo do fundo do cárter para o motor. Com isso o motor pode fundir. Os donos de carros com motores turbinados precisam ter mais cuidado. Esse tipo de veiculo tem mais problemas de entupimento do pescador de óleo porque seu respiro não é eficiente e a temperatura é mais alta. Outro vilão dos motores é a gasolina adulterada, que possui produtos que não queimam e vão para o cárter como borra. É recomendado que seja feita a limpeza no motor a cada 60 mil km com um produto específico, um solvente próprio que não ataca as borrachas.

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